segunda-feira, 14 de julho de 2008

Plástico Bolha Infinito!!!!!



Essa é uma dica do car@#%o do Jovem Nerd.

Fato: estourar plástico bolha vicia. O problema é que o bendito plástico acaba, pra não citar o problema que é carregar um monte de plástico por aí.

Se você sofria com esse problema, saiba que já existe uma solução, no mínimo, interessante. O site I Want One of Those está oferecendo uma versão eletrônica do plástico bolha, com bolhas que podem ser estouradas várias e várias vezes.

O chaveiro, chamado de Poptastic, tem sete botões, e cada vez que você aperta um deles ouve aquele POP característico. Este brinquedinho adoravelmente inútil já vem com uma bateria, e o mais legal de tudo é que é baratinho: custa apenas US$ 9 (mais ou menos uns R$ 15,00).

Por: Tiago Andrade

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Max Paine - Filme

Finalmente......depois de três anos foram liberadas as primeiras informações sobre a adaptação de uma das séries de game mais do caralho que eu já joguei - Max Paine. O game ficou famoso por usar o recurso "Bullet Time" (aquele mesmo do Matrix), mas quem jogou sabe como o enredo do game é substancial, levando o jogador pra dentro de uma saga quase doentia (lembra daquelas Casas Assombradas abandonadas?).

Max Paine é uma série de dois games, onde o personagem principal, que dá nome ao jogo, é controlado pelo jogador depois de ter sua filha e esposa assassinadas. Por meio de ciladas e corrupção ele passa a ser caçado pela máfia e pela polícia, iniciando uma odisséia pessoal para provar sua inocência.

No filme, Max Paine será vivido por Mark Wahlberg. O elenco conta ainda com Chris O'Donnell, Beau Bridges e Mila Kunis.

Confira o trailer

quinta-feira, 10 de julho de 2008

13 de Julho - Dia Mundial do Rock

O Rock ‘n’ Roll surgil na década de 50, nos EUA, de uma fusão entre o Blues, Country e Jazz. De lá até os dias de hoje o Rock foi combustível suficiente para fazer surgir dezenas de outros sub-géneros, e desta forma se consolidar como o mais importante e influente estilo musical da cultura ocidental.

Próximo domingo, dia 13 de julho, será celebrado do DIA DO Rock, e para comemorar nada melhor do que um pouco de transgressão. Pensando nisso a CONVERSE, fabricante dos estilosos e clássicos tênis All Star, organizará um evento com banda tocando de noite na rua enquanto artistas gráficos fazem uma intervenção e videomakers registram tudo. Isso é o Flashrock, um movimento que nasceu para unir quem ama o rock.

E se você concorrer a alguns tênis All Star, basta responder no própiro site: “O que você vai fazer para comemorar o rock?”. As melhores resposta ganharão 1 par de tênis.

Via: Sedentário

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Projeto une novos escritores e quadrinistas brasileiros.

Um legítimo crossover: Os novos nomes dos quadrinhos brasileiros encontram os novos nomes da literatura brasileira. É o projeto, ainda sem nome, criado pelo escritor Joca Reiners Terron - a princípio, cinco álbuns em quadrinhos, com histórias inéditas e previsão de lançamento para o fim de 2009.

Terron (Sonho Interrompido por Guilhotina) escreve para Rubens Matuck (O Olho Bom do Menino) desenhar; Daniel Pellizzari (Dedo Negro com Unha) trabalha com Rafael Grampá (Mesmo Delivery); Daniel Galera (Mãos de Cavalo) com Rafael Coutinho (filho do cartunista Laerte, que já publicou em Irmãos Grimm em Quadrinhos); Índigo (autora de diversos livros infantis) com André Kitagawa (Chapa Quente); e Emilio Fraia (O Verão do Chibo) com DW (do estúdio Candyland Comics).

"A proposta é criar romances gráficos sem propostas, ou seja, com liberdade total para os criadores. A idéia toda surgiu do desejo de reunir quadrinistas e escritores brasileiros da nova geração para a criação de histórias originais", explicou Terron, em entrevista ao Omelete.

A dinâmica das colaborações foi definida por cada dupla, com algumas definições prévias. "São histórias originais criadas pelos escritores. Cada autor arranjou uma forma de contar sua idéia para que o parceiro quadrinista interferisse. Uns criaram contos, outros apenas fizeram reuniões e começaram a trabalhar em conjunto no roteiro para somente depois acrescentarem os textos propriamente ditos. O fundamental é que o quadrinista entre com seus conhecimentos de storytelling em quadrinhos para que o trabalho inicial do escritor se adeque à narrativa gráfica."

O autor adiantou que os contratos já prevêem a possibilidade de adaptação das HQs para o cinema - estendendo o crossover a outra forte e crescente indústria criativa nacional.

No momento, o projeto não está vinculado a nenhuma editora, mas há negociações avançadas. "A coleção ainda não tem nome pois talvez não seja propriamente uma coleção, já que muitas editoras atualmente não gostam de trabalhar com esse conceito. E estamos negociando com editoras interessadas, que não são poucas", diz Terron.

Quanto ao interesse pelos quadrinhos, Terron atribui ao pai, "um grande leitor de gibis até hoje". Da sua parte e dos outros escritores envolvidos no projeto, ele diz que não é nada além do esperado que sejam ligados em HQ. "Os quadrinhos são influentes na criação do imaginário pessoal dos escritores desde a sua consolidação como mídia, no início do século XX. Por exemplo, o italiano Dino Buzzatti produziu quadrinhos e grandes autores norte-americanos e brasileiros como John Updike e Sebastião Uchoa Leite produziram brilhantes artigos sobre o assunto."

Por fim, para deixar os aficionados por HQ mais entusiasmados, Terron tem uma lista de referências irretocável. "Eu sempre fui mais aficionado pelo quadrinho europeu de autor, mas hoje transferi meus interesses para os quadrinhos alternativos dos EUA e canadense, que vivem grande fase. Para fazer uma comparação, acho que os comics vivem a era de ouro da sua expressão como gênero autônomo, e Chris Ware é o James Joyce dos quadrinhos, assim como Seth é o Marcel Proust. Gosto muito também de Anders Nielsen, Daniel Clowes, Chester Brown, dos franceses Blutch e David B. e dos italianos Igor e Gipi, entre muitos outros", recomenda.

Érico Assis
Via: Omelete

Os Piores Heróis


O canal britânico ITV2 anunciou a nova série No Heroics.

A série mostra um grupo de super-heróis com poderes bizarros que bebem muito, falam bobagem, e se reúnem no bar The Fortress (A Fortaleza, em referência à Fortaleza da Solidão do Superman).

Os heróis são:

- The Hotness (Nicolas Burns), que pode gerar calor;

- She Force (Rebekah Staton), a mulher mais forte do mundo que costuma pedir conselhos amorosos ao vilão que está prendendo;

- Electroclash (Claire Keelan), tem problemas com os pais e pode falar com as máquinas;

- Timebomb (James Lance), um herói espanhol e gay que pode dar uma espiada 60 segundos no futuro;

- Thunder Monkey tem o poder de chamar macacos raivosos;

- The Excelsior (Patrick Baladi) é o super-herói padrão, que bagunça tudo;

- Light Killer (Mark Heap) pode… apagar as luzes.

Ainda não existe data de estréia para a série.

Dica: Jovem Nerd

terça-feira, 1 de julho de 2008

Diablo 3 confirmado

Pra que leu a outra postagem sobre o MMORPG de maior sucesso em todos os tempos (além de melhor), está confirmado.

DIABLO III será lançado, o site da Blizzard já traz tudo o que você quer saber sobre o jogo.....entra lá por aqui ó!

O Fim da Era Eurico no Vasco

Hoja, 1º de Julho de 2008 chega ao fim um período de 10 anos em que Eurico Miranda presidiu o Clube de Regatas Vasco da Gama. Como vascaíno fanático que sou, este é um assunto de extrema importância pra mim. Já para aqueles que não são vascaínos, mas que são fanáticos por futebol, o assunto também despertou interesse nessas duas últimas semanas.
Com certeza, Eurico Miranda é uma das figuras mais conhecidas do futebol brasileiro. Polêmico e excêntrico, o dirigente protagonizou diversas cenas memoráveis em nossos gramados. Se foram boas ou não, honestamente, não sei dizer. De atitudes lamentáveis à idéias brilhantes, com certeza foi uma pessoa que deixou seu nome gravado na história do Vasco.
De minha parte, como vascaíno, acredito que estava na hora dele deixar a presidência do clube. Não por ter sido um mal ou um bom gestor, mas pelo desgaste profundo de sua imagem pública que, pelo certo ou pelo errado, já estava prejudicando o Vasco.
Hoje pela manhã, Eurico publicou uma carta de despedida dirigida aos torcedores vascaínos, publicada abaixo.
Espero que ele tenha êxito no que quer que ele escolha fazer agora que não é mais presidente do Vasco, e deixo para cada um tirar suas próprias conclusões sobre Eurico Miranda. Espero vocês nos coments!!



Aos Vascaínos,

Talvez tenha sido pouco. Na verdade, ao cruzar, como Presidente do Vasco, o portão de São Januário pela última vez, é esta a sensação. O que fiz foi pouco. Muito pouco. Considero assim porque nestes mais de 40 anos de serviços prestados ao clube, fiz de cada dia uma obsessão. Obsessão em tornar o Vasco maior, respeitado, intocável. Isso me guiou. Isso me motivou a acordar todos os dias. Quase sem perceber, por esta obsessão entreguei a minha vida. Agora, quando os dias derradeiros dessa trajetória vão passando com rapidez, noto que vivi em função desta paixão sem nenhum pudor em me doar. Sem limites. E o mais incrível: não consigo identificar um foco, sequer, de arrependimento. Faria tudo de novo, mesmo conhecendo os efeitos desta entrega. Mesmo sabendo que esta entrega me custaria, novamente, a destruição de minha imagem pública. O Vasco vale à pena, em qualquer circunstância.

Devo esclarecer que o processo que está determinando a minha saída começou há muito tempo. Talvez no primeiro dia do meu primeiro mandato como Presidente. Por esta instituição, em defesa deste clube, fiz inimigos muito antes de me tornar Presidente. Convivi, de janeiro de 2001 a junho de 2008, com todo tipo de ações orquestradas na intenção de inviabilizar o Vasco e minha administração. Valeram-se delas uma parcela da mídia e os inimigos internos, artífices de um cerco que atingiu o coração desta casa com 110 anos de existência.

Os últimos capítulos deste cerco todos devem ter acompanhado. Pressionados, cometemos o erro ansiosamente aguardado pelos inimigos, ao não recolher custas de 30 reais em um processo relativo às eleições de 2006. Foi decretada a revelia, nossa defesa foi desconsiderada e, dali por diante, o que se viu foi uma verdadeira avalanche, desencadeada do topo da montanha do poder deste estado. Resta-me a mágoa de ter constatado que, embora o alvo fosse eu, o Vasco foi pisoteado, massacrado, desrespeitado. Seu Estatuto rasgado. Feriram o meu sentimento vascaíno, não por este desrespeito ter decretado o meu afastamento, mas ao ignorar a História centenária do nosso clube.

Não é feitio meu fazer-me de vítima. Há os que sobrevivem disso, elegem-se para cargos políticos sob a estratégia da vitimização. É evidente que não é o meu caso. Tenho plena consciência dos inimigos que fiz, muitos na mídia. Alguns, de fato, merecedores da minha inimizade. Outros, nem tanto. Batalhas que venci e batalhas que perdi. Sempre em nome do Vasco. Sempre em defesa do Vasco. Reconheço, contudo, que há dois lados na moeda: assim como os enfrentei, esperaria naturalmente os contra-ataques, desde que eles fossem feitos de forma honesta. Acontece que a desonestidade e a mentira passaram a estar presentes em todas as matérias a meu respeito. Insurgir-me contra isso passou a ser mais um dever.

Ontem mesmo, em um editorial que supera todos os limites do bom-senso e que toca o ridículo, a editoria de esportes do jornal O Globo, numa demonstração medíocre de revanchismo, expôs toda a satisfação pela consumação do golpe que me afastará do Vasco. As inverdades e a desonestidade pautaram o texto, como de costume.

Foram capazes de ressuscitar, por exemplo, acusações da CPI do Futebol, sepultadas, recentemente, pelo Superior Tribunal de Justiça. Foram capazes de afirmar que no episódio lamentável ocorrido em São Januário na final da Copa João Havelange, mandei feridos se retirarem do gramado para que o jogo recomeçasse, quando o áudio da gravação original comprova que eu disse exatamente o oposto: o jogo só recomeçaria após o atendimento de todos os feridos. Também foram capazes de levantar alguns fatos isolados que eles colocam como insucessos esportivos.

A isso, respondo com currículo: desde que assumi o comando do futebol do Vasco, ajudei a conquistar 3 dos nossos 4 títulos brasileiros; 7 títulos estaduais; uma Taça Libertadores da América; 1 Copa Mercosul; 1 Rio-São Paulo. Foram diversas Taças Guanabara e Taças Rio. E mais: fazendo justiça ao nosso passado, busquei, junto à Conmebol, o reconhecimento oficial da entidade ao nosso título Sul-americano de 1948, tido pelos historiadores como a “primeira Libertadores”. Isso sem contar a minha participação na formação de equipes campeoníssimas nos esportes amadores. Posso citar o futsal, o remo, esporte de nossas origens, e o basquete, no qual nos sagramos bicampeões brasileiros, bicampeões da Liga Sul-americana e vice-campeões mundiais, perdendo apenas para o time campeão da NBA, o Santo Antônio Spurs. Assim, a editoria de esportes de O Globo até pode suprimir de seus editoriais os meus notáveis feitos à frente do Vasco. Mas jamais os suprimirá da história. Jamais manchará a minha trajetória.

Ainda no trilho das realizações, orgulho-me do crescimento patrimonial que esta diretoria proporcionou ao Vasco, mesmo sendo alvo de constantes agressões e sabotagens. E confesso a emoção ao me lembrar de que abracei a idéia do projeto do Colégio Vasco da Gama, que já formou diversas turmas de primeiro e segundo graus, verdadeiro projeto de cidadania. Apesar de todas as dificuldades, inerentes a todos os clubes, mas incrementadas no caso do Vasco comandado por um “vilão”, mantive os sonhos. Os meus sonhos e os sonhos de centenas de jovens e crianças pelos quais fui responsável.

Também sonhei os sonhos da nossa torcida. Assim como tenho plena noção de que a acostumei com títulos em profusão, assumo a responsabilidade por, neste período em que ocupei a presidência, só termos conquistado o Estadual de 2003. Longe de ser um jejum desesperador, ao contrário do que vende a mídia. Mas, gostaria muito de ter rompido o cerco que impediu nossas conquistas habituais. Estivemos muito próximos de conseguir. Agradeço a participação dos torcedores. Estejam certos de que nosso clube, caso seja mantido no seu rumo, ainda chegará ao topo, assim como quase chegou em 1998 e 2000.

Um agradecimento especial ao nosso quadro social. Pelo menos por três vezes ele demonstrou maturidade e responsabilidade, dizendo não às pressões externas: nas eleições de 2003, nas eleições de 2006 e ao repelir com veemência a remarcação desta eleição para o último dia 21 de junho.

E, finalmente, a minha sincera gratidão àqueles que não me abandonaram. Dirigentes, colaboradores, funcionários. Amigos próximos ou distantes. Muito obrigado por terem me ajudado a atravessar momentos tão críticos e dolorosos.

Apesar de acreditar que muito mais poderia ter sido feito, deixo a presidência com a consciência daqueles que cumpriram o seu dever. Um bom elenco no futebol, o nono lugar no Brasileiro de 2008, com boas perspectivas de melhora. Diversas promessas surgindo na base. Salários em dia, estrutura intocável, estádio bem cuidado, parcerias encaminhadas, como no caso da Lusoarenas. Nossas dívidas mais críticas equacionadas. O título estadual de remo em nossas mãos. Enfim, um cenário excelente, quando se leva em conta os obstáculos que nos foram impostos.

Por fim, lembro que, pelo Vasco, enfrentei de Senadores da República a traficantes colombianos. Pelo Vasco, abri mão dos prazeres sociais mais simples, principalmente quando a tentativa de desmoralização imposta a mim atingiu o seu nível mais alto. Pelo Vasco, renunciei até à minha saúde. O Vasco sempre esteve acima de tudo. E, sendo assim, despeço-me dizendo que estarei atuante como Grande-Benemérito que sou. Pelo Vasco e para o Vasco a experiência e o conhecimento que acumulei ao longo destes anos estarão sempre disponíveis. Jamais me furtarei a ajudar, se um dia for convocado. Pelo Vasco, as mágoas e cicatrizes são colocadas à margem. O sentimento sempre prevaleceu e assim permanecerá. A minha contribuição a esta instituição sustentou-se assim: no sentimento. Sentimento que não pode parar.


Saudações Vascaínas,
Eurico Miranda